Como Anatomia Feminina Deve Ser Coberta em Ed Sex

Como Anatomia Feminina Deve Ser Coberta em Ed Sex

Os sexólogos são unânimes: quanto melhor você conhece o seu corpo, mais fácil se torna alcançar o prazer. Conhecer melhor o seu corpo pode ser alcançado pela prática, pela exploração das zonas erógenas e pela teoria, através de um conhecimento mais profundo da anatomia de uma pessoa.

Aqui está uma pequena visão geral, de cima para baixo, dos órgãos sexuais das mulheres e seu papel (ou falta de) no prazer feminino.

O útero

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O útero é uma parte importante do sistema reprodutivo de uma mulher. Localizado no baixo-ventre, esse músculo oco e em forma de triângulo recebe o embrião quando fertilizado e se expande durante a gravidez, à medida que o bebê se desenvolve. Não desempenha nenhum papel no prazer feminino.

O colo do útero
O colo do útero é a parte mais baixa e mais estreita do útero. Com apenas alguns centímetros de comprimento, o colo do útero conecta o útero à vagina. Seu papel é manter o feto dentro do útero até o parto começar. Nesse ponto, o colo do útero se expande para deixar o bebê passar.

Embora o colo do útero não tenha um papel real no prazer feminino, algumas mulheres dizem ter experimentado um orgasmo “cervical”, ou seja, um prazer intenso quando o pênis entra em contato com o colo do útero durante a penetração profunda.
No entanto, os especialistas não são unânimes quanto à existência desse tipo de diversão.

Os ovários e as trompas de falópio
Eles são responsáveis ​​pela ovulação: a cada ciclo, os ovários expulsam um oócito que se tornará um óvulo se for fertilizado. Perto de cada um dos dois ovários está uma trompa de falópio que recupera o oócito e o envia para o útero. É durante essa jornada que um espermatozóide pode fertilizar um oócito. Apesar de seu papel importante no sistema reprodutivo, as tubas uterinas não têm papel a desempenhar no prazer feminino.

A vagina
A vagina desempenha várias funções essenciais: permite o muco cervical – o líquido branco secretado pelo colo do útero – e o sangue menstrual que contém o endométrio para fluir e escapar do corpo. O pênis entra através da vagina em sexo penetrante e, durante o parto, a vagina se estica para permitir a passagem do bebê. Mas também desempenha um papel no prazer feminino: na parte inferior da vagina, perto da vulva, as glândulas vestibulares produzem secreções lubrificantes que facilitam a penetração e o movimento do pênis na vagina quando são excitados. Quando sexualmente excitadas, as membranas mucosas de suas paredes incham e liberam um líquido que se mistura com outras secreções corporais.

Finalmente, os músculos vaginais geralmente se contraem levando a um orgasmo muito prazeroso.
A vulva

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A vulva, embora muitas vezes confundida com a vagina, engloba o clitóris, a uretra, os lábios (lábios interno e externo) e a entrada vaginal. O clitóris é o órgão feminino do prazer. Sua função é puramente sexual, tornando o sexo muito prazeroso. Feito do mesmo tecido erétil que o pênis, o clitóris infla o sangue quando estimulado. A única parte visível é a sua glande, ou o pequeno botão abaixo do púbis, que são protegidos pelos lábios internos. Os lábios internos também protegem a uretra – o canal através do qual a urina flui – e a entrada da vagina, enquanto os lábios externos protegem toda a região sensível.

Além do clitóris, os lábios internos também desempenham um papel no prazer feminino, pois é sensível ao toque e incha à excitação.
O períneo

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É o conjunto de músculos que sustenta a pelve, genitais e ânus. Seu papel é primordial em empurrar o bebê do útero durante o parto.

A força do músculo períneo também tem um papel no prazer da mulher: se o períneo estiver muito solto, a vagina tenderá a ter menos aderência ao pênis, levando a sensações diminuídas.
Por outro lado, um períneo excessivamente forte ou tenso pode causar dor durante a penetração vaginal.

Além desses órgãos sexuais, existem múltiplos órgãos erógenos ao redor do corpo, que podem ser uma fonte de prazer, mesmo que sua função central não seja sexual. O exemplo mais difundido é o ânus. Seu prazer deriva de sua alta concentração de terminações nervosas e sua proximidade com a vulva. A fixação erótica em torno do sexo anal também desempenha um papel importante em torná-lo um órgão erógeno. Assim, com o poder da imaginação, um dedo do pé ou um lóbulo da orelha pode se tornar erógeno!

Escrito por Charlotte Creplet, sexóloga da Sexocorner, para a coleção Smile Makers


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